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sobre o que houve ontem à noite

passei pra dizer que ontem, 16 de outubro, realizei o lançamento do “quase coisa” (catarse, 2015) em porto alegre, na livraria e cafeteria palavraria.

e que foi uma noite muito legal, repleta e poesia e abraços fraternos, com direito a falta de luz e muitas risadas.

declamei 15 poemas do livro, tendo como trilha as cordas de meu amigo killy freitas.

agradeço, uma vez mais, à palavraria, pelo espaço; ao killy, pela parceria; à verônica, minha filha, que fez a cobertura fotográfica, bem como a cada um dos que lá estiverem comungando conosco.

nos retratos, um pouco do que houve ontem à noite.

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obra completa de césar vallejo em PDF

olha que legal: o blog holismo planetário de la web traz a obra completa do poeta peruano césar vallejo.

a edição, de 1968, é a dirigida por georgette de vallejo e realizada aos cuidados de aberlado oquendo lima.

pela francisco moncloa editores.

acesse por aqui a obra poetica.

cesar vallejo


o beabá da poesia – micro-estruturas 2

o segundo elemento que compõe as micro-estruturas dos ritmos verbais são as rimas, na perspectiva de armindo trevisan.

estamos falando de uma identidade de sons que se formam a partir da repetição de sons semelhantes, segundo norma goldstein, em diferentes locais dos versos (final, interior, posições variadas etc.)

há, fundamentalmente, dois tipos de rimas: consoantes (igualdade ou semelhança de som a partir da última vogal tônica do verso) e assonantes (há igualdade de som apenas em relação à vogal tônica do verso).

mas não é só.

pode haver rimas com a) repetição da mesma consoante (aliteração); b) rimas ricas e pobres (será rica quando a identidade é de classes diferentes, por exemplo, adjetivo/substantivo; pobre, quando for igual (adjetivo/adjetivo); c) rimas emparelhas (duas a duas – aa/bb/cc); d) alternadas (ab/ab), e) opostas (quando o primeiro verso rima com o quarto); f) misturadas (distribuição livre das rimas); g) interiores/leoninas (quando a rima está, a um tempo, no interior e na extremidade do verso) e, finalmente, h) rimas com eco (cujo efeito, como o nome sugere, provoca um eco)


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