Arquivo da categoria: Comentários pessoais

momento premiação

o livro “o sonho da sombra” (catarse, 2020) ainda nem está pronto e já começa a demonstrar alguma vitalidade desde agora.

refiro-me ao 1º lugar que o poema “morte anunciada” conquistou no 15º concurso literário mario quintana, promovido pelo sindicato dos trabalhadores na justiça federal do estado (sintrajufe/rs).

momento de muita alegria, realizado na noite do dia 18/10/2019, que eu, claro, comemoro.

PremioMorte anunciada


exibimentos

vez que outra, as deferências que recebo – são pouco mais de duas dezenas, agora – fazem-me acreditar que minha poesia tem alguma relevância.

é o que sugere e-mail que recebi ontem, do departamento de cultura do sindicato dos trabalhadores do judiciário federal e do ministério público da união, o sintrajufe/rs, dizendo que um poema de minha lavra – “morte anunciada” – foi selecionado ao 15º concurso literário mario quintana, por eles promovido todos os anos.

“morte anunciada” integra o livro que estou preparando para 2020; que, de certa forma, vai representar uma espécie de marco conceitual na minha produção estética.

(quem viver, verá; estejam preparados.)

significa, de saída, que estou dentro; que meu poema integrará coletânea por eles promovida e que resta, agora, saber em que lugar ficarei – 1º, 2º, 3º ou menção honrosa, o que só saberei dia 18 de outubro, em solenidade na sede do sintrajufe/rs, em porto alegre.

mas o que importa, mesmo, vamos combinar, é a obra, e onde ela pode chegar tendo sido selecionada.

sim, sou poeta. e insisto.

Morte anunciada


das alegrias de quem escreve

há muitos momentos felizes na vida de um escritor, poeta ou não, e um dos mais legais é quando seus livros chegam da gráfica, “novinhos em folha”; pedindo para serem pegados, lidos, queridos.

e aí a gente fica assim; babando, babando…


poemas no ônibus e no trem

teve poema selecionado na edição 2018 do concurso poemas nos ônibus e no trem; é o décimo ano, desde 1999, que escolhem algum trabalho meu neste certame.

o poema escolhido, dessa vez, integra o “honkyoku”, meu próximo livro de poesia.

diz assim:

o silencio da tarde

a comissão julgadora foi composta pedro gonzaga, maria do carmo campos e vinicius brum.

os poemas serão veiculados, nos ônibus e trens da capital, juntamente com poemas convidados, a partir do segundo semestre de 2019.

o tal concurso é uma vitrina legal, à medida que aproximadamente 1 milhão de passageiros têm acesso à leitura de poemas fixados nas janelas dos ônibus e trens diariamente em porto alegre.

legal, né?


poema selecionado em concurso nacional

muito, mas muito feliz – e um tanto quanto exibido, se me permitem – pela notícia dando conta que meu poema “sobre peixes, poças e calçadas” foi selecionado no concurso “poemas no ônibus e no trem”, promovido pela prefeitura de porto alegre – hoje, seguramente, um dos concursos de poesia mais importantes do país.

muuuuuuuuuuuuuuito feliz pelo prêmio, claro, – o 14º de minha breve carreira literária, e o 7º neste concurso – mas, principalmente, porque ser selecionado no “poemas no ônibus e no trem” é sinônimo de leitura certa, haja vista a galera que transita todos os dias nos coletivos de porto alegre e região, via trem.

confiram aqui todos os selecionados por aqui.

poema1

Premio


1ª festa literária de santa cruz do sul

a cena literária de santa cruz do sul, onde moro, vive um momento particularmente pujante, e boa parte dos méritos disso tudo que está acontecendo por estes lados tem a ver com o apoio que o sesc local dá à cultura.

é o sesc, por exemplo, que toca a feira do livro, promove eventos, e que, neste exato momento, está fazendo acontecer a 1º Festa Literária de Santa Cruz do Sul (fliscs), que tenho a honra de integrar.

trata-se, a fliscs, de uma espécie de aquecimento da feira do livro local, que acontece mês que vem, e cujo objetivo é levar os autores literalmente até onde os alunos estão.

hoje pela manhã, por exemplo, o poeta mauro ulrich (mediação), o contista marcio schibler (literatura policial) e eu estivemos na  escola luiz schroeder conversando com alunos do ensino média sobre nosso trabalho.

à noite, agora na companhia do igualmente contista jeferson luis de carvalho e do mauro ulrich, na willy frölich – polivalente, igualmente para o ensino médio: mais um encontro digno de nota.

a programação segue a semana inteira, com um monte de escritores e escolas envolvidas, e eu fico muito, mas muito feliz que tudo isso esteja acontecendo.

as fotos, reproduzidas do jornal e da querida elisângela eichner, do sesc,  contam um pouco de como tudo está se dando.

Bate-papo com alunos da Escola Luiz Schroeder - dia 9-8 - Elisângela Eichne

marcio, eu e mauro

Bate-papo com alunos da Escola Luiz Schroeder b - dia 9-8 - Elisângela Eichner

Bate-papo com alunos da Escola Polivalente - Elisângela Eichner

                                 marcio, eu e mauro no polivalente

 

 

 


sobre o que houve ontem à noite

passei pra dizer que ontem, 16 de outubro, realizei o lançamento do “quase coisa” (catarse, 2015) em porto alegre, na livraria e cafeteria palavraria.

e que foi uma noite muito legal, repleta e poesia e abraços fraternos, com direito a falta de luz e muitas risadas.

declamei 15 poemas do livro, tendo como trilha as cordas de meu amigo killy freitas.

agradeço, uma vez mais, à palavraria, pelo espaço; ao killy, pela parceria; à verônica, minha filha, que fez a cobertura fotográfica, bem como a cada um dos que lá estiverem comungando conosco.

nos retratos, um pouco do que houve ontem à noite.

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quase coisa será lançado em porto alegre na sexta, 16

estão todos convidados desde agora para o lançamento do “quase coisa” (catarse, 2015) em porto alegre.

será na livraria e cafeteria palavraria (vasco da gama, 165, bom fim).

na ocasião, declamarei alguns poemas ao som das cordas de killy freitas, parceiro de caminhada.

esperamos vocês lá.

convite poa web


poemas na escola

outro dia, a escola educar-se, onde meu filho, pedro, estuda, realizou um sábado de integração.

a ideia era que os pais, e seus filhos, realizassem atividades culturais.

teve de tudo: banda de rock, esquetes, dublagens e tals.

a poesia ficou por minha conta: li quatro ou cinco poemas do livro de razão.

acho que foi legal.

declamação

na selfie, fabiana piccinin, pedro e eu

na selfie, fabiana piccinin, pedro e eu


hoje acordei pensando em ginsberg

dos poetas que foram (deveria dizer “são”?) essenciais à minha formação literária, allen ginsberg ocupa, com muita tranquilidade, lugar de honra.

pela poesia, evidentemente, mas também pela postura enquanto poeta.

com ele aprendi que poesia é coisa muito séria, em particular quando releva ao mundo este estado tão poderoso quanto delicado que bergson chamava desde há muito de alma.

não sei porque, mas hoje acordei pensando em allen ginsberg.

e aí eu encontro na web, em PDF, o poema “uivo“, que a tantos marcou.

abaixo, um trecho.

“Eu vi os expoentes da minha geração destruídos pela loucura, morrendo de fome, histéricos, nus,
arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca de uma dose violenta de qualquer coisa,
hipsters com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato celestial com o dínamo estrelado na maquinaria da noite, (…)”

às vezes a gente acorda diferente.

allen-ginsberg


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